Limpamos, desinfetamos e removemos os odores.
O imóvel é entregue em condições de voltar a ser usado, em todo o país e com total discrição.
1.
Se houve intervenção das autoridades, aguarde a libertação do local.
A limpeza só pode começar depois de a autoridade competente autorizar. Se ainda estiver nessa fase, ligue na mesma e explicamos o que se segue.
2.
Não tente limpar nem arejar antes.
Não é uma questão de esforço. Uma limpeza mal feita fixa odores e agrava o que depois é preciso tratar.
3.
Não é preciso decidir tudo hoje.
Podemos ver o imóvel, dizer o que é necessário e só depois avançar.
Limpeza e desinfeção após um óbito
Habitações onde ocorreu um falecimento, incluindo situações com tempo decorrido.
Remoção de odores
Tratamento do espaço, das superfícies e do ar. Odores persistentes não se resolvem com limpeza comum nem com produtos de superfície.
Locais após intervenção das autoridades
Intervimos depois de a autoridade competente libertar o local.
Destruição confidencial de documentos
Com certificado de destruição.
A maior parte das empresas trata da desinfeção e vai embora. Fica a casa por esvaziar, os documentos por destruir e o imóvel por entregar e é preciso contratar outra empresa para o resto, e coordenar as duas.
Fazemos as três coisas:
Limpeza e desinfeção do espaço, incluindo odores.
Esvaziamento do recheio, mobiliário incluído.
Destruição de documentos, com certificado.
No fim, o imóvel fica pronto a arrendar, a vender ou a entregar. Sem ter de coordenar mais ninguém.
Um esvaziamento pós-óbito é uma vida inteira de coisas, e nem tudo é para sair.
Antes de começar, combinamos o que é para guardar: documentos, fotografias, joias, correspondência, objetos com valor sentimental ou patrimonial. Separamos, identificamos e entregamos a quem nos contratou.
Se houver partilhas em curso, fazemos inventário fotográfico do que é separado. Fica registo do que apareceu, do que foi entregue e a quem.
Trabalhamos com viaturas sem qualquer identificação se preferir descrição. Não há logótipo, não há nome de empresa, não há nada que explique a quem passa o que se está a passar.
Combinamos a hora que der menos nas vistas. Falamos apenas com quem nos contratou, e com mais ninguém.
Depende de três coisas: o tempo decorrido, a área afetada e se é preciso esvaziar o imóvel a seguir.
A maior parte das intervenções resolve-se em um a três dias. Casos com tempo decorrido prolongado ou com esvaziamento completo podem exigir mais.
Damos-lhe o valor antes de começarmos. Se durante o trabalho aparecer algo que não era possível prever, paramos e falamos consigo antes de avançar. Nunca há valores acrescentados sem acordo prévio.
Os resíduos são encaminhados para operador licenciado de gestão de resíduos. Cada intervenção gera uma guia electrónica de acompanhamento de resíduos (e-GAR), emitida na plataforma da Agência Portuguesa do Ambiente.
O percurso é rastreável do local até ao destino final, e fica registo se algum dia precisar de o comprovar.
Trabalhamos com herdeiros, cabeças de casal, senhorios, administrações de condomínio e mediadoras imobiliárias.
Entregamos o imóvel limpo, desinfetado e vazio, pronto a fotografar ou a entregar. Emitimos fatura com descritivo detalhado, para efeitos de partilhas, de despesas do imóvel ou de participação ao seguro.
Se houver prazo de escritura, de entrega de chaves ou de vistoria, diga-nos qual.
Se acompanha famílias nestas situações e precisa de um parceiro discreto para o espaço, fale connosco.
Fatura com descritivo detalhado e total reserva com o cliente final.
A RemoLixo nasceu para responder a um momento difícil de muitas famílias e empresas: limpar uma casa que parece impossível. Intervimos onde outros não querem entrar.
Operamos com equipa própria, equipamento de proteção adequado e protocolos de segurança e de tratamento de resíduos. Com discrição e respeito pela história de cada
Não. Antes de começar, combinamos o que é para guardar: documentos, fotografias, joias, correspondência, objetos com valor sentimental. Separamos e entregamos, mesmo quando aparecem no meio do que ia para o contentor.
Depende de três coisas: a dimensão e tipologia do espaço, o volume a remover, e o acesso, se há elevador, se a viatura pode parar à porta, se há escadas estreitas ou andar alto. O acesso é a variável que mais gente esquece e a que mais pesa. Não damos valores por telefone sem perceber o caso. Depois de falarmos e avaliarmos, apresentamos um valor fechado antes de começarmos. Se durante o trabalho aparecer algo que não era possível prever, paramos e falamos consigo antes de avançar, nunca há valores acrescentados sem acordo prévio.
Um T1 ou T2 com acumulação moderada leva um a dois dias. Um T3 ou T4, ou acumulação extrema, três a cinco dias. Um esvaziamento de recheio completo, um a três dias. Indicamos a previsão depois de avaliarmos o caso.
Não. Fazemos este trabalho todos os dias. Não comentamos, não mostramos fotografias a terceiros sem autorização, e não falamos com vizinhos.
Se a casa for habitada, sim: precisamos de autorização de quem lá vive ou de quem tem legitimidade sobre o imóvel. Se essa parte for difícil, diga-nos, porque em muitos casos é possível ir em duas fases.
Dizemos-lhe com franqueza se o caso exige desinfestação antes ou depois da nossa intervenção, e articulamos com quem trata disso.
Sim, sempre, com descritivo detalhado.
Sim, incluindo situações que exigem acompanhamento de serviços municipais.
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